Os nossos corações

No 1º dia de escola, lemos a história “O meu coração” e conversámos sobre as situações em que o nosso coração cresce, se fecha, se parte e se remenda… Foi um momento de coração aberto, tão bonito!

Terminámos esta conversa com um registo sobre nós e os nossos gostos.
Turma do Escaminhas (2º ano), IDEIA Outeiro AL21-22 
Autorretratos feitos pelos alunos com técnica inspirada nas ilustrações do livro original “O Meu Coração” de Corinna Luyken, Ed. Fábula.


 

Villa Romana de Freiria

Turmas de 4º ano (1º CEB Outeiro e CEIDe IDEIA Tires)
A visita de estudo realizou-se no dia 15 de janeiro, enquadrada nos temas de História de Portugal. Durante a visita, contámos com a presença do Doutor José d’Encarnação, que coordenou as escavações deste património e se dedicou às temáticas da presença romana em Portugal e à epigrafia latina. Foi muito interessante fazer esta viagem no tempo e saber mais sobre o modo de vida dos romanos!


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Alguns excertos dos registos sobre este dia, escritos pelos alunos:

– Aprendi que quando as letras estavam deitadas, estava escrito em itálico. Também aprendi que villa quer dizer casa em latim (C.R., IDEIA Outeiro)
– A “villa Romana. (..) era enorme e tinha sauna, piscina, muitas salas de estar, cozinha, celeiro, duas grandes casas, era tanta coisa, que já nem sei as outras divisórias.” (L.J., IDEIA Outeiro)
– O que mais gostei foi de aprender que aquele celeiro é considerado o maior da Península Ibérica (R.G. CEIDe)
– aprendi coisas estranhas que os romanos utilizavam (…) gatos à porta do celeiro para matar os ratos que lá entravam (L.J., IDEIA Outeiro)
– (…) a partir de cascas de ameijoa, eles descobriram a cozinha (L.N., IDEIA Outeiro)
– Aprendi que os Romanos lavavam as roupas num tanque e o que gostei mais foi quando o José nos mostrou o local onde era a sala de jantar (M.C., CEIDe)
– (…) encontraram uma pedra de anel que era cor de laranja e que parecia que era feita de âmbar e que estava lá desenhado um homem com um arco e flecha. (D.T., IDEIA Outeiro)
– O que eu gostei mais foi de ver os vestígios e imaginar como seria aquela quinta antigamente (B.V., CEIDe)
– Mas não teríamos percebido muita coisa se não fosse a maravilhosa ajuda de um arqueólogo chamado José d’Encarnação (T., IDEIA Outeiro)
– O Doutor José d´Encarnação é o melhor guia de sempre! (L.J. IDEIA Outeiro)
– O Doutor José da Encarnação foi o historiador que nos guiou nesta visita. Ele foi muito simpático porque respondeu a todas as perguntas e explicou muito bem, de forma a nós percebermos bem. Quero agradecer à escola e ao Doutor José d’Encarnação por termos feito esta visita e ficarmos com estes conhecimentos (M.C. IDEIA Outeiro)


 

meias com Palavras

CEIDe IDEIA Tires (1º CEB )
Os alunos do 1.º CEB de Tires iniciaram o 2.º período de uma forma muito especial. Ao chegar à escola, foram surpreendidos com várias meias espalhadas pelo corredor. Mas, não eram umas meias quaisquer. Estas meias tinham lá dentro algo muito valioso, uma carta! Esta carta foi o desafio lançado pela equipa aos pais e tinha como objetivo recordar todos do que é realmente importante, o amor da família.

Os alunos ficaram muito felizes por terem recebido uma carta dos seus pais, era impossível conter os sorrisos e a emoção. O coração de cada um encheu-se de alegria! Nessa semana, cada aluno levou para casa a sua meia com uma outra carta lá dentro, a resposta que escreveram para a família.
Como forma de agradecimento, a equipa elaborou uma pequena história, que enviou às famílias, com a intenção de ilustrar os momentos que foram vivenciados nesse dia:

Uma (espécie) de história de Natal O Natal estava quase a chegar e, como sempre, o Pai Natal e os seus duendes estavam muito ocupados. Presentes para um lado, cartas para o outro, uma correria sem fim… Preocupado, o senhor das barbas brancas enviou uma SMS (sim, qual é o espanto? Os telemóveis também chegaram ao Pólo Norte!) a alguns dos seus ajudantes mais estimados. O que estava escrito na mensagem? Isso não sabemos, era ultrassecreto. Claro está que, ao receberem a mensagem, os ajudantes sorriram e cumpriram com muito entusiasmo e amor nos corações o pedido que o Pai Natal lhes tinha feito. Assim, no dia 6 de janeiro, um grupo de cinquenta e oito meninos correu para as suas meias. E o que encontraram? Não, não foram brinquedos, nem doces, mas sim palavras… palavras cheias de açúcar e que lhes tocaram diretamente nos corações, os emocionaram e fizeram sorrir. E o Pai Natal? Bem, o Pai Natal, estava sentado no seu confortável sofá, com uma caneca de chocolate quente e a sua manta sobre as pernas a assistir a tudo o que se passava com um sorriso no rosto, porque, afinal, o Natal é o momento da família e do amor.